sal dade

Nada como alguns instantes no silêncio do sozinho para se lembrar das boas lembranças depositadas naquela memória que fica no coração.
Saldados sejam seus depositários!
São os gestos de gentileza que nos faz desejar revê-los…
Sonhei com o Pagliosa, pensei fundo na Wal, quis o sorriso soluçado da Rô e o barulho daquelas gentes que entravam (e permaneceram bem aqui) nas salas por onde andei… Senti saudade do jeito suave da Cris se “palhaçando” na palhaçada que topavamos juntas e encontravamos cumplicidade na desculpa de maquiagem da Fernanda. Será que faríamos aquelas coisas se fossemos só uma?
A bondade é uma coisa que faz a gente tão grande, mas tão grande que te tira do chão, te faz viver no flutuar. Deve ser por conta dela que sentimos saudade…

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