E para continuar…

Oi, pessoal!

Como havia prometido, a história continua…

Lembrem-se de deixar o seu comentário.

Uma ótima semana,

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(…)

Resolveu contratar um sábio para ensinar as complexas matérias da arte de governar ao seu escolhido. Para que ele não estudasse sozinho, designou como companheiro o filho de sua décima quinta concubina, uma mulher que recebera como presente de alguém da corte já esquecido. E como os dois filhos do imperador não poderiam ficar sem auxílio durante as aulas, designou um servo para acompanha-los.

Como era imperador, demandou que o sábio dos sábios do império se apresentasse para realizar a tarefa. Tratava-se, porém, de um homem bastante avançado em anos, que alegou não estar em condições físicas de realizar tão honrosa tarefa. Chamou o segundo sábio mais renomado do império, mas novamente não foi atendido. Este encareceu a grandeza da missão, mas possuía muitas mulheres, muitos filhos, muitos alunos, morava distante e temia ser incapaz de despojar-se de todas as obrigações que já assumira para se dedicar inteiramente aos filhos do imperador. O imperador recebeu a recusa com relutância, mas, como não faltavam sábios renomados na China, decidiu convocar o terceiro sábio mais admirado do império. Esse reagiu do mesmo modo que os anteriores. Sentia-se engrandecido pela escolha, mas lamentava não poder atender o imperador por ter programado uma longa viagem ao interior do império em busca de novos conhecimentos.

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E para começar…

Como somos seres limitados também quanto ao tempo, para tudo em nossa vida há um começo. Não somos sempiternos (olha que palavra chique!!! Ah, ai do lado direito da tela tem um dicionário, viu). Começamos o ano, as aulas, a vida…

Há quem diga que é preciso começar por partes. Não concordo. Na verdade, concordo em partes (rs). Sendo assim, proponho para este nosso início um pequeno desafio. Durante os próximos dias publicarei (por partes) um texto muito legal e curtinho, o qual direi o título apenas no final.

Quanto ao desafio…. no momento certo você saberá qual é….

Enquanto esse momento não chega, comecemos a leitura, oras! Que tal? Vem comigo!

 

Um imperador da China voltou de uma longa e estafante batalha preocupado com o futuro de seu império. Estava velho e sabia que deveria pensar em um sucessor. Como tinha dezenas de filhos, não sabia a quem escolher. Depois de consultar os deuses e seu coração angustiado, escolheu o filho de sua esposa favorita na juventude, cuja memória lhe era cara. Todavia, percebeu que o jovem não possuía os conhecimentos necessários para assumir um encargo tão pesado.