Cadê o pai do menino?

Enquanto eu esperava uma pizza ficar pronta, sentada numa cadeirinha especialmente posta para os clientes da pizzaria, deparei-me com várias revistas. Várias mesmo, pasmem, não tinha só “Caras” lá não. Eu, que, como vocês sabem, mais do que a pizzas, adoro devorar palavras, logo peguei uma Época cuja capa remetia a uma reportagem sobre inteligência.

No recheio, dentre as várias reportagens sobre o assunto, chamou-me (aos meus alunos: quanta ênclise nesse texto, hein?! rs) a atenção a entrevista feita pela revista com o pai do Bill Gates. Oh velhinho esperto! “Colo” aqui o pedaço que, óbvio, recebi como um elogio ao meu trabalho (ok, reconheço minha presunção) e como um incentivo.

É, nem só coisas ruins abacam em pizza nesse país! 😉

ÉPOCA – Que conselhos o senhor daria a alguém educando uma criança que não é Bill Gates III?
Gates Senior – Eu diria a qualquer pai que ele deve encorajar os filhos a continuar aprendendo, estudando e para fazer o que for possível para criar oportunidades e estímulos atraentes para tornar o aprendizado divertido e interessante. Os pais deveriam também fazer o máximo para que um filho tenha o melhor professor. Um grande professor pode inspirá-lo a fazer coisas ótimas. Por isso, é importante se envolver com a educação. Na verdade, mesmo se você não tiver filhos, pode ainda ter um papel importante ajudando as crianças de sua comunidade a ter acesso a bons professores. Envolva-se da maneira que der. É um presente maravilhoso para as gerações futuras.

 

“Eu diria a qualquer pai que ele deve encorajar seus
filhos a continuar aprendendo e estudando”

 ÉPOCA – Em sua opinião, quais são os principais ingredientes para o sucesso profissional? Esforço? Talento? Sorte?
Gates Senior – Muita gente bem-sucedida consegue criar sua própria sorte. O que você pode fazer é trabalhar duro em algo de que gosta. Além disso, não é preciso ter um enorme sucesso financeiro para ser um sucesso como pessoa. Fazer algo que você ama e que contribua para a sociedade é maravilhoso. Acabei sendo um advogado que trabalhava principalmente com assuntos comerciais, mas tenho um profundo respeito e admiração por quem ajuda os outros, especialmente médicos, professores e pesquisadores.

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Falei, mas você não escutou…

Falei, mas você não escutou

O exemplo ensina muito mais

que qualquer castigo ou dor

Se eu não digo, como exigir ouvir

um simples “por favor”

Seja você a diferença

eduque com amor

se leio

formarei leitor

se observo

formarei observador

se burlo

formarei o infrator

se me desapercebo

a criança permanece atenta

no pai, no tio, na mãe,

no professor…

(By Rubiana – resignações momentâneas)